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“ O impossível  está a um passo da nossa superação

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A Grande diferença PDF Imprimir e-mail
Escrito por Gonçalo Câmara   
17-Jun-2008
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É uma verdadeira realidade que está acontecer no nosso Planeta terra

O líder da FAO, Jacques Diouf, considerou, numa entrevista, que os países ricos devem aumentar de forma significativa a sua ajuda para lutar contra o aumento dos produtos alimentares.

A ajuda deve atingir os 30 mil milhões de dólares (19,3 mil milhões de euros) por ano, de forma a ajudar os países em vias de desenvolvimento, afirmou Jacques Diouf, director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

"A única forma de sair da crise é aumentar a produção, nomeadamente nos países pobres. Esta crise implica todos os países do Mundo", advogou.

Chefes de Estado e de governo de todo o Mundo são esperados de terça a quinta-feira em Roma, para uma cimeira da FAO sobre a segurança alimentar, durante o qual vão tentar harmonizar as suas posições e encontrar soluções face à subida dos preços dos alimentos.

O Presidente senegalês, Abdoulaye Wade, vai assistir terça-feira à abertura da cimeira em Roma sobre a segurança alimentar, após vivas criticas formuladas contra a FAO, que originou uma polémica na política interna senegalesa com Diouf, igualmente senegalês.

As causas da crise alimentar

Estima-se que a recente crise alimentar empurrou 100 milhões de pessoas para a fome em todo mundo. A escalada dos preços, os mais altos nos últimos 30 anos, está também a provocar desordens sociais em vários países.

As nações mais pobres aumentaram a despesa em 40 por cento na alimentação este ano e crê-se que algumas tenham mesmo duplicado os gastos em relação ao ano passado.

Uma das causas é a liberalização do mercado que cria uma volatilidade acrescida nas bolsas mas também o aumento do poder de compra dos países emergentes.

As populações consomem mais de 2150 calorias por pessoa e por dia e tendem a consumir cada vez mais carne.

As mudanças climáticas provocam más colheitas e traduzem-se num aumento da procura dos países importadores e uma baixa da oferta dos exportadores.

Já o sucesso dos biocombustíveis absorve de 20 a 50 por cento da produção mundial de colza e de milho. No entanto, estima-se que a nível de conjunto de culturas, o biocombustível só absorva 1 por cento da produção das terras cultivadas.

Espera-se que a cimeira de Roma harmonize a posição dos líderes mundiais para se encontrar soluções para os desafios que o mundo enfrenta.





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